domingo, 28 de março de 2010

Fim

E chegou ao fim esta nossa viagem que não foi só nossa mas de todos os que nos acompanharam via blog.
Chegámos a Portugal e vamos a caminho de Portimão. O sol decidiu acompanhar-nos neste nosso regresso.
Chegámos descontraídos e muito animados.
A viagem foi fantástica e correu tudo às mil maravilhas.
Temos mais de 1.000 fotografias tiradas desta fantástica aventura.

Beijinhos para todos e obrigada por nos acompanharem através do blog.

Frankfurt

Depois de uma longa viagem de 11 horas que, apesar dos desconfortos normais do avião, se passou sem problemas.

Chegámos a Frankfurt. Estamos quase em casa. O Aeroporto de Frankfurt que, à ida, nos tinha parecido grande e moderno, pareceu-nos agora apertado e ultrapassado. Tudo muda de figura depois de Bangkok!

O comandante do avião anunciou que estavam 6ºC lá fora … quantos ? 36 ??? Não, são mesmo 6… e eu de T-Shirt!

Saímos pelas "catacumbas" do aeroporto de Frankfurt que, por qualquer razão estranha, não tinha a manga de embarque a funcionar e tivemos de ir de autocarro. Deve ter sido para confirmar a temperatura exterior e confirmar que haviamos voltado à Europa.

Estava um grande aparato policial no exterior do avião… aguardavam uma senhora alemã que não aguentou a privação do tabaco e resolveu dar umas passitas na casa de banho do avião… ao que parece é uma ofensa grave às leis internacionais e o cigarrito vai sair-lhe caro. Ouvimos falar em ida obrigatória a tribunal e multa de Eur.1.000,00… para além da chatice toda e da vergonha !!!!

Passeámos pelas lojas do freeshop e chegamos a conclusão que o mundo cada vez é mais pequeno… as lojas, os cheiros, os produtos … até os preços são praticamente iguais em todo o lado, quer estejamos em Lisboa, Frankfurt, Bangkok ou Ho Chi Min.

A Maria está fresca como uma alface… dormiu durante quase todo o voo de Bangkok para Frankfurt… mas eu já sinto o peso das horas de avião. Além disso, estamos a ficar sem recursos de entretenimento. O meu Ipod já está nas ultimas da bateria e a tripulação não fornece jogos de tabuleiro, com muita pena nossa!

Apercebemo-nos agora que, desde que saímos do Hotel Ana Mandara (em Nha Trang) já levamos mais de trinta horas de viagem… e ainda falta chegar a Portimão! Não há-de ser nada que "a malta é jovem", vigorosa e bem disposta… e depois de levarmos mais de 30 horas de viagem, não são umas miseraveis horitas de carro que nos deitarão abaixo.

Agora estamos no avião de regresso a Lisboa. Já só falta uma hora e pouco de viagem até Lisboa.


 

Bangkok

O Voo de Ho Chi Min para Bangkok também é curtinho, por isso chegáms num instante.

O aeroporto é gigantesco e as lojas são fantásticas.

A organização arranjou uma excelente solução para não estarmos no aeroporto 6 horas. Saímos do aeroporto e fomos jantar ao Novotel que é logo ali ao lado.

Ainda assim fomos de autocarro e devemos ter andado alguns 5 minutos.

Deu para perceber que Bangkok é uma cidade diferente. A movimentação de taxis coloridos, de pessoas de várias nacionalidades trás-nos o grande bichinho para lá voltar.

O hotel onde jantámos era enorme, o hall de entrada estava cheio de árvores enormes. Impressionante.

Voltámos ao aeroporto, ainda deu para dar uma voltinha pelas lojas, mas depois embarcámos.

Grande confusão. Havia gente do grupo que não aparecia, o voo em overbooking, etc. Só nos apercebemos que estavam a oferecer 1.000 euros, estadia, refeições e obviamente a viagem de regresso a Frankfurt por um lugar neste voo, quando já estávamos dentro do avião. Ficámos com pena de não ter sabido antes, porque teríamos certamente ponderado ficar mais um diazito a conhecer Bangkok.

Agora quando escrevo, estou dentro do avião, espero postar quando chegar a Frankfurt. O avião, vai cheio que nem um ovo. As cadeiras são tão juntinhas que as pernas vão tortas todo o tempo. E são 11 horas seguidas. Neste momento já falta menos de 1 hora para chegar. Mas não foi por estes incómodos todos que deixámos de dormir. Eu dormi quase a viagem toda. No total devo ter estado acordada 2 horas. O Joaquim foi dormindo aos bocadinhos e passeando para esticar as pernas, mas sempre disfrutando os seus novos headphones de viagem comprados em Bangkok.

Em Frankfurt daremos mais noticias.

Ho Chi Min

Olá,

Fizemos a viagem de regresso do hotel para o aeroporto de Nha Trang acompanhados do nosso guia Minh que nos contou a história da guerra do Vetnam com os Estados Unidos. Ele não viveu a guerra, mas viveu o pós guerra. Nós que estamos habituados a ouvir contar esta história pelos outro lado, não deixámos de nos sentir tocados com as palavras tão sentidas do nosso guia. Afinal morreram na guerra 3 milhões de vietnamitas. É muita gente!

Ficámos com curiosidade para conhecer o norte do Vietnam e os tuneis que foram constrídos na guerra. Quem sabe, numa outra altura possamos voltar.

A viagem de avião de Nha Trang para Ho Chi Min passou-se sem história. Afinal são 45 minutos de voo. Isto para nós já não é nada.

Ho Chi Min é uma cidade gigante. Lembram-se, da confusão de que falámos em Nha Trang? Pois bem, elevem isso 10 vezes e talvez não chegue. Ocupa um território enorme, tem 8 milhões de habitantes, 4 milhões de motas e, são registadas por dia, 1.000 novas motas. Dá para imaginar?

As regras da condução são as mesmas do Cambodja e de Nha Trang, ou seja, inexistente… Mas a verdade é que funciona.

De Ho Chi Min não deu para ver muito mais. Almoçámos num hotel e regressámos ao aeroporto.

 

E começa a viagem de regresso

Pois é, meus amigos, a viagem chegou ao fim. Agora é só fazer 4 voos de regresso para casa.

Vamos de Nha Trang para Ho Chi Min (Saigão), onde é o almoço. Depois de Ho Chi Min para Bangkok onde será o jantar. Depois de Bangkok para Frankfurt, o tal que demora um bocadinho mais e depois de Frankfurt para Lisboa.

A Saída é às 9:30 do hotel. Vamos contando pormenores sempre que possível.


 

Ultimo dia no Vietnam

Devemos um pedido de desculpa a todos os que têm seguido atentamente o nosso blog.

O ultimo dia no Vietnam foi até muito tarde e já não houve tempo para escrever nada.

Entõa cá vamos, o ultimo dia no Vietnam era, se bem se lembram. dia livre, o que significa que estaríamos por nossa conta e fazíamos o que nos apetecesse. E assim foi. Começamos por uma massagem a dois no SPA. Chamam-lhe massagem romântica e consistia em uma massagem holisitca para cada um, na mesam sala, que é divinal. Ficamos completamente relaxados.Mas como se não bastasse, depois disto metem-nos dentro de uma banheira de pedra com água muito quente, mas mesmo muito quente, e flores, muitas flores a cobrir toda a água. Ao lado da piscina colocaram um chá de hortelã, e muita fruta, para irmos disfrutando. Podemos dizer que saímos de lá em estado Zen e em estado de gelatina, mal nos mexíamos.

O tempo não foi nosso amigo para o dia livre, estava vento, chovia, ou seja, praia não apetecia.

Alnmoçámos no hotel, por sinal muito bem e a seguir ao almoço decidimos aventurar-nos pela cidade. O destino era o mercado. Apanhámos um taxi e fomos os dois, mais dois amigos algarvios e dois amigos madeirenses.

O mercado era o mesmo da outra vez, mais umas conmpritas e mais unas negociações. Agora mais experientes, a negociação fazia-nos atingir preços muito convidativos.

Decidimos então ir para o hotel, mas desta vez a pé. As ruas da cidade são giras, sempre com muito movimento de motas e é sempre perigoso atravessar a estrada. Lembram-se certamente que tinhamos contado que ninguém para.

Para animar o nosso passeio, começou a chover, mas a chover a sério. Chuva tropical! Calor, mas chuva. Fomos andando. Felizmente lembrámo-nos de trazer as capas de chuva que o hotel fornecia.

Ao caminhar debaixo de chuva, com algumas paragens para entrar numas lojas, encntrámos um bar tipicamente vietnamita: El Coyote. Aí estivemos a beber umas cervejitas e umas coca-colas até decidirmos apanhar mais chuva.

Lá chegamos ao hotel. SURPRESA: no quarto tinham colocado um bolo de aniversário, uma garrafa de champanhe e um ramo de flores (este ramo de flores foi-me oferecido pelo meu marido, que querido J), e um postal muito simpático dos organizadores da viagem a desejar um feliz aniversário.

O jantar era de despedida, por isso muito muito caprichado. Para comer havia de tudo, vietnamita e não só e estava tudo fantástico. Acompanhando o jantar tinhamos um espectaculo local muito engraçado.

No final do jantar ivémos um outro espectaculo: uma banda filipina, constituida por duas moçoilas vestidas com um modelito de calção que só visto. Cantavam musica internancional, desde ABBA, a Macarenas, e outras coisas do género. Ou seja, estávamos no vietnam a ouvir a ouvir filipinas a cantar musica europeia. Fantástico!

Depois as filipinas cantaram-me os parabéns e veio um bolo de anos. Acho que nunca tive tanta gente a cantar-me os parabéns ao mesmo tempo.

No descanso que as filipinas faziam para recuperar folego, tinhamos umdos nossos guias: Pepe, que se revelou um animador de mão cheia, cantou, tocou piano, dançou…

A noite foi muito animada e, ainda por cima sendo a noite dos meus anos, foi mesmo muito especial.

Depois do jantar ainda fomos tentar deitar abaixo a garrafa de chamapanhe que estava no quarto. Convidámos os nossos amigos algarvios, mas nem assim demos conta dela.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Passeio de Barco e Spa

Olá novamente,
Tal como tinhamos dito ontem, hoje fizemos um passeio de barco. Bem, não foi exactamente como esperávamos, mas passamos a contar.
Para os nossos amigos de Portimão será fácil entender quando eu disser que o barco é assim, como o "Alegria", só faltava a sardinha assada. Para quem não sabe o que é o "Alegria", é uma espécie de traineira adaptada para o turista.


Saímos cedo, o destino era uma ilha (segundo nos disseram) com areia branca e água mega transparente.
A tal ilha fica na mesma baía do hotel, mas o barco andava tão rápido que demorávamos um bocadinho a chegar lá. Entretanto, parámos no caminho para pescar. Umas canitas de pesca e quem quis lá pescou. Começava a fazer-nos lembrar um turismo bem conhecido de todos nós lá pelo Sul de Portugal. Os peixes apareciam, ou melhor, os peixinhos apareciam e eram devolvidos ao mar.
Lá continuámos viagem, para grande contentamento de um de nós que, como sabem, costuma enjoar de barco. Agora sim, íamos a caminho da ilha maravilhosa.
Chegámos. Vamos tentar descrever com palavras o que é essa ilha. Para começar é uma ilha muito visitada por outros orientais: Japoneses, Coreanos, e outra gente de olhos em bico, havia a montes! Todos dentro de água de colete salva-vidas cor de laranja. Parece que há muito poucos que sabem nadar. Barcos iguais ao nosso havia 5, mais uns quantos de mergulhadores. Imaginem a confusão de gente.
A ilha essa era especial. Areia não tinha. Era assim um monte de pedras que serviam de praia, com farripos de areia branca a decorá-las. Os apoios de "praia" consistiam em pequenas ilhotas de betão construídas na encosta acima da dita ("Praia") com umas esperguiçadeiras que se auto destruiam ao toque do rabiosque mais pesado. A limpeza não imperava, mas o guia assegurou-nos que o fundo do mar era "mui lindo" (sim, porque o Mihn, o nosso guia, fala espanhol mui bien). Para que pudessemos ver esse fundo "mui lindo" foram-nos dadas umas máscaras de mergulho com o respectivo tubito para que pudessemos praticar o tão almejado snorkeling. Fizémo-nos ao mar na certeza de que iriamos confirmar as sábias palavras de Mihn. Sim, a água era transparente. Olhámos em frente, vimos corais e muitos peixinhos de todas as cores e feitios, nadámos mais um bocadinho e vimos mais corais... a coisa prometia. Entusiasmados, nadámos mais um pouco e vimos um pneu, e uma estrutura de metal e restos de sacos plásticos e os corais desapareceram e os peixinhos também.
Poderia ser uma grande barreira de coral se fosse grande, se fosse uma barreira e se tivesse coral suficiente. A profundidade, essa era estonteante: 6 metros. Sim, porque aos 7 metros era o pneu e aos 8 a estrutura de metal e outras maravilhas subaquáticas semelhantes. Tirámos as máscaras e fomos para terra. Restou-nos a temperatura da água que, essa sim, era a esperada.
O segundo ponto da viagem era uma visita a uma aldeia flutuante. Curiosa. Aí vivem pescadores analfabetos que, segundo o nosso guia, têm de aí viver por imposição do regime. Vivem aí todo o ano criando peixes, moluscos e mariscos nos "quintais" de suas casas e só vão a terra para os vender e comprar àgua potável e arroz para comer.


A seguir, esperáva-nos um almoço numa outra ilha. Lá parámos e comemos.

Mas o grande ponto alto do dia revelou-se numa estrutura montada numa outra ilha a que alguém chamou de Aquário. Estão a ver o Oceanário de Lisboa? Pois bem, não tem rigorosamente nada a ver com isso.
Trata-se de um edificio em forma do barco do Jack Sparrow, cuja entrada é a boca de um peixe dragão. Lá dentro, existem vários aquários com enomes peixes. O unico problema é que os aquários são pouco ou nada maiores do que os que se têm em casa.

Mas existe ainda o ponto alto desta visita. Podemos dar comida a uns atuns. A comida é-nos oferecida e trata-se de uma saquinho de peixe seco. Jamais esqueceremos o cheiro com que ficámos nas mãos.
Embarcámos novamente e dirigimo-nos ao porto onde terminou esta fantástica aventura.
Chegados ao hotel e a precisar de revigorar, decidimos ir ao SPA onde fizemos uma magnifica massagem Oriental. Não temos palavras para descrever a forma como nos sentimos depois deste tratamento. Valeu a pena e voltaremos lá amanhã.
Chegados ao quarto (talvez em solidariedade com o clima lusitano actual) desabou uma chuvada tropical, fazendo lembrar outros tempos, noutro continente que não este, nem esse.
Para terminar o dia, fomos jantar a um restaurante fora do hotel, mas fomos transportados de riquexó. Fantástico!!!!!!

Amanhã o dia é livre e vamos começar com mais uma massagem. Depois se verá o que a chuva nos permitirá fazer.
Sin Xhau e beijinhos