quinta-feira, 19 de abril de 2012
NAMASTÉ
Olá, olá,
Cá chegámos à India. A viagem fez-se sem problemas e com algumas horinhas de sono. Por isso estamos frescos para começar esta aventura.
Só para terem uma ideia, chegámos à meia noite e meia e estão 29º. Fresquinho, não?
Ainda não deu para ver nada de Deli, porque viemos do aeroporto para o Hotel e a luz publica não abunda.
À partida parecem-nos todos muito simpáticos e gostam muito dos portugueses.
Fomos muito bem recebidos, com colares de flores que nos fez lembrar outras paragens. Aqui acrescentaram-nos uma pinta vermelha na testa... Lindissima!!! O aeroporto impressionou-nos por ser grande e muito bonito.
O Hotel é fantástico e, como vêm, ligado às novas tecnologias.
Amanhã vamos visitar a cidade. Informaram-nos que como vamos visitar um templo importante, nada de ombros e perninhas à mostra... vai ser lindo, porque disseram-nos que por volta do meio dia estarão 37º e a quantidade correspondente de humidade.
Aqui ficam algumas fotografias (as possiveis), pois amanhã é que a história começa a sério.
Beijinhos a todos e até amanhã
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Porto - Frankfurt
Olá amiguinhos,
Depois de longas três horas de sono, cá estamos no aeroporto Sá Carneiro à espera do embarque para Frankfurt.
As informáticas não estão a ajudar porque não conseguimos descarregar fotografias, mas a verdade é que também não há muito para ver a esta hora.
Tentaremos ligação em Frankfurt para mais notícias.
A viagem promete, disso vos posso garantir. Irá haver grandes motivos de risada e de cenas cómicas para contar.
Beijinhos por agora.
até já
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Ahhhhhhhhhh pois é!!!! Uns tais de controladores aéreos decidiram fazer uma tal de greve e estão, como havemos de dizer... a dificultar (não foi bem esta a palavra que nos veio primeiro à cabeça) o inicio desta viagem.
Mas tudo bem, não são eles que nos vão desmoralizar. A verdade é que faltam apenas 5 dias para o inicio do que, esperamos, venha a ser mais uma fantástica experiência.
Contamos com a vossa companhia e comentários, como sempre.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Contagem decrescente


E estamos em contagem decrescente. Faltam precisamente 23 dias para a próxima partida. O continente é o asiático, o pais será fantástico, certamente. Cheiro a caril, uma cultura estrondosa, cor e muito muito contraste. É isto que estamos à espera no nosso próximo destino. Não é preciso dizer mais, pois não?
domingo, 3 de abril de 2011
Ana, Cristina e Tina
Acabámos esta viagem fantástica e queremos aqui deixar uma nota especial de agradecimento a quem tornou que esta viagem fosse de facto um verdadeiro sucesso e um importante marco na nossa vida.
A Ana, a Cristina e a Tina foram incansáveis e foram mais do que guias e organizadoras desta viagem. Foram verdadeiras companheiras de viagem, deram-nos muitos momentos de gargalhadas e boa disposição. Nós temos consciência que quase nada disto teria sido possível sem o empenho, dedicação e trabalho constantes destas três pessoas que nos ajudaram a explorar estas terras de Africa.
Muito onbrigado para elas com quem foi um verdadeiro prazer viajar.
Adeus Zanzibar, até à próxima Tanzânia
Amanhecenmos no ultimo dia em Zanzibar, com a nostalgia do final das férias, mas também com a alegria de voltar para casa e abraçar os filhotes de quem, por esta altura, já morremos de saudades.
Aproveitamos a ultima manhã de praia até ao máximo de tempo que conseguimos. Ainda se andou mais um bocadinho de hobbycat, ainda se deram mais uns mergulhinhos…
O grupo tinha sido dividido em 3. Cada grupo partia num horário diferente. O nosso foi o primeiro, por isso as bagagens tinham que estar prontas às 13:30 e a saída foi às 14:30. O primeiro destino – Stonetown (Aeroporto) feito de autocarro, pelas mesma estrada do dia anterior. Chegados ao aeroporto, um check-in feito ao ar livre e as malas pesadas em balanças daquelas antigas de pesar sacos de batatas… Tudo certo. Ninguém tinha excesso de peso e embarcamos num avião pequeno mas muito confortável com destino a Dar-es-salaam. Neste voo o Presidente da Tanzania fez questão de vir connosco. Lá deixámos! Veio ele e os seus seguranças. Um voo longuissimo, de 10 minutos e chegámos.
Como eramos do primeiro grupo chegámos 6 horas antes do voo seguinte e, como devem imaginar, nada de check-in aberto aquela hora. Ficámos ao ar livre a fazer baby-sitting às malas e a ser comidos pelos mosquitos. Ainda assim, a boa disposição mantinha-se, como aliás se manteve sempre..
Os outros dois grupos lá foram chegando, o check-in foi sendo feito e partimos à hora prevista de Dar-es-salaam com destino a Amesterdão.
O voo de Amesterdão, o mais longo desta serie, fez-se sem problemas e quase sempre a dormir, claro. Esperavam-nos mais 6 horas de espera em Amesterdão. E assim foi, 6 horas, free shop para cima, free shop para baixo, café aqui e acolá…
Neste momento escrevemos do voo de Amesterdão para Lisboa, onde iremos aterrar dentro de 10 minutos, por isso convém que se desligue o computadorEsta viagem termina aqui. E só temos uma palavra: INCRIVEL!!!!!
Foi a experiência de uma vida, mas como nos consideramos pessoas de sorte, fazemos tenções de fazer mais destas numa vida só
Até à próxima


Aproveitamos a ultima manhã de praia até ao máximo de tempo que conseguimos. Ainda se andou mais um bocadinho de hobbycat, ainda se deram mais uns mergulhinhos…
Como eramos do primeiro grupo chegámos 6 horas antes do voo seguinte e, como devem imaginar, nada de check-in aberto aquela hora. Ficámos ao ar livre a fazer baby-sitting às malas e a ser comidos pelos mosquitos. Ainda assim, a boa disposição mantinha-se, como aliás se manteve sempre..
Os outros dois grupos lá foram chegando, o check-in foi sendo feito e partimos à hora prevista de Dar-es-salaam com destino a Amesterdão.
O voo de Amesterdão, o mais longo desta serie, fez-se sem problemas e quase sempre a dormir, claro. Esperavam-nos mais 6 horas de espera em Amesterdão. E assim foi, 6 horas, free shop para cima, free shop para baixo, café aqui e acolá…
Neste momento escrevemos do voo de Amesterdão para Lisboa, onde iremos aterrar dentro de 10 minutos, por isso convém que se desligue o computadorEsta viagem termina aqui. E só temos uma palavra: INCRIVEL!!!!!
Foi a experiência de uma vida, mas como nos consideramos pessoas de sorte, fazemos tenções de fazer mais destas numa vida só
Até à próxima
Stonetown e Ultima noite
Tal como dissemos no post anterior fomos a Stonetown, a principal cidade de Zanzibar. Nâo nos apixonou, é verdade! É África, sem duvida, com toda a sua confusão, cheiro (neste caso não o bom) mas sem a simpatia que os Africanos costumam ter.
Como vos dissemos, um pessoa do grupo tinha desparecido de manhã e, à hora da partida para Stonetown ainda ninguém sabia nada, a não ser que tinha ido sozinho para o lado direito da praia … o que repetidas vezes fomos avisados para não o fazer… sair sózinhos e ira para o lado direito da praia!! Enfim, fomos para a cidade com a preocupação a pairar por cima de todos e na certeza de que se tivesse acontecido algo de grave, a viagem estaria estragada para todos !
Depois de uma hora de caminho, por entre as aldeiazinhas africanas à beira da estrada, feitas de adobe e telhado de colmo, lá chegámos à cidade. É uma cidade muito pequena, sem grande interesse, muita desorganização e sem nada de especial a não ser o comércio desenfreado e, ostensivamente, “saca-turista” ! A primeira paragem foi no “mercado” local de carne e de peixe… está entre aspas, pois aquilo mais parece uma lixeira!!! Imaginem um edificio com telhado de zinco, no meio de uma cidade com 35ºC e 90% de humidade, onde num lado se vende peie e do outro se vende carne! Sinceramente, vê-se mais moscas do que peie ou carne e o cheiro é tão mau e tão intenso que, depois da parte o peixe, já nem conseguimos andar mais de dois metros na parte da carne… absolutamente nauseabundo !
“Fugimos” dali e fomos para o centro da cidade, onde fomos invadidos por zanzibarianos a querer-nos vender tudo e mais alguma coisa… depois de os “sacudirmos”, lá entrámos pelas ruelas e vimos o pouco que há para ver… o antigo mercado de escravos, um antigo forte português (a cair os bocados por falta de conservação! E lá fomos comprar uns “recuerdos” que, a troco de muita negociação, conseguiamos trazer das lojas, habituadas a extorquir todos os dólares ao turista mais incauto ! Não há nada de jeito, e o pouco que há é absurdamente caro!
Depois de vista a cidade (onde o Freddy Mercury nasceu… numa casa perfeitamente normal…claro!) iniciámos a nossa volta de regresso, durante a qual ficámos a saber que o “desaparecido” lá tinha aparecido, ao final de oito horas e com o consulado envolvido e um enorme aparato !!! Enfim….
A meio do caminho, vivenciámos mais uma cena tipiamente africana, o mini-bus onde seguiamos teve de parar e nós tivemos todos de sair e atravessar um rio a pé, que tinha galagado a estrada por onde o autocarro só conseguiu passar porque estava vazio ! O máximo !
Chegados ao hotel, e depois de saber alguns pormenores do que havia sucedido ao desparecido… fomo-nos vestir de branco para o últimos jantar e a noite continuou e acabou com uma bela banhoca, às duas da manhã, na psicina do hotel !!!! Um mimo !




Como vos dissemos, um pessoa do grupo tinha desparecido de manhã e, à hora da partida para Stonetown ainda ninguém sabia nada, a não ser que tinha ido sozinho para o lado direito da praia … o que repetidas vezes fomos avisados para não o fazer… sair sózinhos e ira para o lado direito da praia!! Enfim, fomos para a cidade com a preocupação a pairar por cima de todos e na certeza de que se tivesse acontecido algo de grave, a viagem estaria estragada para todos !
Depois de uma hora de caminho, por entre as aldeiazinhas africanas à beira da estrada, feitas de adobe e telhado de colmo, lá chegámos à cidade. É uma cidade muito pequena, sem grande interesse, muita desorganização e sem nada de especial a não ser o comércio desenfreado e, ostensivamente, “saca-turista” ! A primeira paragem foi no “mercado” local de carne e de peixe… está entre aspas, pois aquilo mais parece uma lixeira!!! Imaginem um edificio com telhado de zinco, no meio de uma cidade com 35ºC e 90% de humidade, onde num lado se vende peie e do outro se vende carne! Sinceramente, vê-se mais moscas do que peie ou carne e o cheiro é tão mau e tão intenso que, depois da parte o peixe, já nem conseguimos andar mais de dois metros na parte da carne… absolutamente nauseabundo !
“Fugimos” dali e fomos para o centro da cidade, onde fomos invadidos por zanzibarianos a querer-nos vender tudo e mais alguma coisa… depois de os “sacudirmos”, lá entrámos pelas ruelas e vimos o pouco que há para ver… o antigo mercado de escravos, um antigo forte português (a cair os bocados por falta de conservação! E lá fomos comprar uns “recuerdos” que, a troco de muita negociação, conseguiamos trazer das lojas, habituadas a extorquir todos os dólares ao turista mais incauto ! Não há nada de jeito, e o pouco que há é absurdamente caro!
Depois de vista a cidade (onde o Freddy Mercury nasceu… numa casa perfeitamente normal…claro!) iniciámos a nossa volta de regresso, durante a qual ficámos a saber que o “desaparecido” lá tinha aparecido, ao final de oito horas e com o consulado envolvido e um enorme aparato !!! Enfim….
A meio do caminho, vivenciámos mais uma cena tipiamente africana, o mini-bus onde seguiamos teve de parar e nós tivemos todos de sair e atravessar um rio a pé, que tinha galagado a estrada por onde o autocarro só conseguiu passar porque estava vazio ! O máximo !
Chegados ao hotel, e depois de saber alguns pormenores do que havia sucedido ao desparecido… fomo-nos vestir de branco para o últimos jantar e a noite continuou e acabou com uma bela banhoca, às duas da manhã, na psicina do hotel !!!! Um mimo !
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