quinta-feira, 26 de abril de 2012
Goa
Goa é um estado da India, o mais pequeno de todos e, por onde andou o nosso grande Vasco da Gama. Os portugueses marcaram a sua presença aqui até 1961.
E nota-se, é verdade que se nota! É engraçado, estarmos na India, um país culturalmente tão diferente do nosso e, ao mesmo tempo, sentirmo-nos no Portugal profundo. Quase não se vê escrita Indiana, e muitos dos nomes das ruas são em Português. Os que não são, são derivados do nome original em Português.
Os Goeses têm nomes portugueses. Os nossos guias chamavam-se Bento e Ivo Souza e falavam português. Começamos por visitar a Catedral, onde se encontra o corpo de São Francisco Xavier. Como encomendado por algumas pessoas, tivemos uma conversinha de “pé de orelha” com ele para dar uma mãozinha por aí… assim fizemos e temos a certeza que ele nos ouviu. A Catedral é lindíssima e está super bem conservada.
Seguiu-se a Sé que também é maravilhosa. Enorme, bem conservada e as imagens muito bonitas. Outros locais de interesse, como a porta da India, homenagem a Vasco da Gama, também fizeram parte do percursos. É verdade que houve mais igrejas que vimos, mas são tantas que perdemos a noçãos dos nomes. Sim, porque em Goa, 65% da populaºão é católica. Aqui, em Goa, vivem amigavelmente Católicos, Hindus e muçulmanos. Um bom exemplo !
Depois, fomos até Panjim (que também é Goa, mas outra zona). Continuam os traços portugueses. Aqui ficam alguns:
Almoçámos num hotel na cidade espectacular. O almoço foi bom, mas confessamos que toda a gente já começa a falar de bacalhau, sardinha assada e hoje, acho que até sonhámos com carapaus alimados…
A comida Indiana é, obviamente muito condimentada e picante. Um de nós adora, o outro nem por isso. A comida de Goa, já é diferente. É mais parecida com a nossa, mas claramente mais picante. Desta ambos gostamos. Como sabem, nós experimentamos toda a comida dos locais por onde andamos, mas a verdade é que a nossa comidinha portuguesa continua sempre a ser melhor.
A seguir ao almoço tivemos ordem de soltura para compras e para dar uma voltinha a pé para sentir o ambiente. Foi giro, muito giro. Goa, aliás refira-se que todos os locais por onde andámos na India, são super seguros. Ninguém cheteia, ninguém vem pedir nada. Na verdade, ninguém nos liga. Fomos ao mercado que adorámos, e limitamo-nos a passear pelas ruas e a fotografar. Parece-vos, fácil, certamente. Mas a verdade é que tudo isto é feito debaixo de um calor abrasador. Estavam 40ºC e 75% de humidade, uma delicia, não?
Voltámos ao hotel ainda a tempo de dar um mergulhinho no quente Mar Arábico. A temperatura deve rondar em média os 28ºC… que chatice!
À noite, uma bela surpresa. Saímos do hotel para uma hora de viagem, a caminho do Palácio do Deão. Este local, estava há uns anos em ruínas, era uma casa de 1710 (achamos nós que é esta a data exacta) que começou a ser recuperada por um senhor de Goa, de seu nome Ruben Vasco da Gama. Este senhor pegou nestas ruínas e após muita investigação feita em Braga, consegui reconstruir a casa como ela seria na época. Vai recuperando como pode, abre a casa (onde vive) a grupos de turistas, essencialmente portugueses e faz estes eventos para ganhar algum dinheiro para continuar o seu trabalho de recuperação.
Fomos recebidos pelo próprio Vasco da Gama e, surpresa das surpresas, por uma rapariga Goesa, com um sorriso fantástico a cantar, imaginem, fado. Surrealista!
O jantar foi cozinhado pela mulher do Sr. Gama e sempre acompanhado por músicas portuguesas cantadas pela tal rapariga do sorriso simpático. Desde fado, modinhas portuguesas, chegando ao malhão, malhão, tivemos de tudo um pouco! Valeu a pena.
Chega a ser comovente como um senhor que nada tem a ver com Portugal, tanto se esforça para manter um património que foi nosso. Na casa, existe uma sala, cheia de antigas notas e moedas portuguesas, selos, etc. Até o mobiliário é da época.
Voltámos para o hotel para o merecido descanso. Como já viemos tarde não tivemos forças para publicar este post. Por isso hoje vem com atraso.
Hoje é dia de fazer nada. Acordámos quase às 10:00, o que é um luxo, estivemos na praia de manhã, almoçámos e agora estamos a pensar descansar de tanto trabalho para ao final da tarde irmos dar mais um mergulhinho.
Hoje à noite iremos ter o jantar de despedida, porque amanhã iniciamos o nosso percurso de regresso.
Vamos voar de Goa para Bombaim, onde vamos passar o dia. Vamos dar uma voltinha por lá e, depois, logo contamos como foi.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Jaipur - Goa
Hoje, foi mais um dia de viagem. Aliás, não foi um dia, foi uma manhã comprida. Às 4 da manhã estávamos de pé e partimos de Jaipur às 5:30.
Fizemos dois voos. De Jaipur para Mumbai (ou Bombaim, como preferirem) e depois daí para Goa, onde chegámos por volta do meio dia.
A chegada a Goa, faz-nos logo perceber que os portugueses passaram por cá. A confusão é generalizada no aeroporto! Apesar das diferenças, acaba por nos fazer lembrar a Africa por onde andámos.
Almoçamos num restaurante junto à praia e depois fomos para o Hotel.
Aqui temos que dizer que o Hotel é algo saido das mil e uma noites. Simplesmente divinal. Cheio, mas mesmo cheio de lagos e jardins, os quartos são fabulosos e enormes.
E a praia, perguntam os nossos amigos? Ah, pois é... a praia é qualquer coisa do outro mundo. Demos um mergulhinho. A água devia estar próximo dos 30º, mas cheia de ondas, o que torna tudo mais divertido. O problema é a quantidade de gente na praia. Faz assim lembrar a costa da caparica.......... mas no inverno, num dia de chuva. LOL Na praia estavam, além de nós os dois, mais duas pessoas :)))
Ficámos pouco tempo hoje, porque precisamos de descansar um bocadinho.
E por falar em descansar, é isso que vamos fazer agorinha mesmo, porque aqui já é meia noite e o dia foi longo.
Amanhã vamos visitar Goa de manhã e à tarde, vamos fazer o que nos apetecer... A nós parece-nos que é capaz de nos apetecer ver se a água continua à mesma temperatura. Logo contamos.
Jaipur
Conforme prometido, apenas com um dia de atraso, cá estamos para contar as nossas aventuras e divertimentos.
A visita a Jaipur começou com uma subida de elefante ao Forte Amber. O Forte é fantástico, gigante, com uma enorme muralha e confessamos, é emocionante a subida de elefante. Sempre divertida aquela confusão. Eram cerca de 90 elefantes a subir aquela muralha até ao forte. O nosso elefante era gigante. Não sei porque nos terão atribuido um elefante mais forte... esperamos que nada tenha a ver com o nosso peso :)
O Forte como dissemos é maravilhoso, lindissimo. Faz-nos imaginar como seria nos seus tempos gloriosos. De referir que ainda é pertença do Marajá, mas como agora os Marajás não mandam nada, têm que fazer render as suas propriedades para as conseguirem manter. E esta está muito bem mantida.
Podíamos continuar a descrever como tudo é lindo, mas, de facto, passavamos a ser um bocadinho repetitivos. Aqui fica uma foto da parede de espelhos que é digna de ser vista. Parede que é mesmo mais uma sala, mas reparem que tudo é feito em pequenos espelhos.
À saída encontramos estes senhores. Vejam só:
Seguimos viagem, agora de Jeep, a descida já não pode ser feita de elefante.
Seguimos para mais um palácio, também muito bonito. Aqui tinha fotografias de época, originais, girissimas e tinha as roupas usadas pelos próprios. Coitados... aquilo devia ser pesadissimo.
Seguiu-se a visita ao observatório. Mas aqui, o cansaço era já algum e optámos por ficar sentadinhos na relva a conversar com o nosso Guia que nos conta o que é a vida hoje na India. Ficámos a saber muitas coisas que não imaginávamos, como os salários, como se vive, etc. Como todos sabem, este é o tipo de coisas que gostamos de saber.
Seguiu-se um passeio a pé, pelas ruas de Jaipur até ao palácio dos Ventos que, na verdade, é uma fachada com enumeras janelas, atrás das quais,antigamente, as damas podiam observar o movimento da cidade sem serem vistas... a nós, parece-nos um bocadinho de cusquice, mas ok...
As ruas de Jaipur têm uma cor e um movimento indescritiveis. Barulho, cheiros, imagens que, não é por mal, mas não conseguimos mesmo pôr em palavras.
A tarde foi de descanso merecido. Aproveitamos a piscina e pusemos a conversa em dia. A noite prometia.
E na verdade, a noite foi fantástica. Prepararam-nos um jogo de polo de elefantes, que vale pela grandiosidade da coisa, mais do que pela velocidade. O mais engraçado é que nós próprios fomos os actores do jogo. Uns como jogadores, outros como arbitros. Tudo isto numa envolvência quase cinematográfica. Trompeteiros, cavaleiros, etc. De referir que após o jogo tivemos um espectaculo de dança, cuspidores de fogo e outros que tais. E pensam que este foi o final???? NÃO!!! Isto tudo acabou num fogo de artificio digno de uma passagem de ano de uma cidade ao Sul de Portugal :)))
Desta noite, as fotografias estão na máquina pro, por isso só poderão ver depois os cuspidores de fogo e essa gente...
Depois jantámos e fomos dormir porque tinhamos de acordar cedo para partir para Goa.
Neste momento em que escrevemos, já chegámos a Goa, mas ainda não conseguimos transmitir nenhuma noticia, porque vamos a correr dar um mergulho na praia, porque está um calor abrasador e a praia é mesmo aqui à saida do quarto. Pois sabemos que por essas bandas chove, mas temos pena! Nós vamos banhar-nos.
Fica só, para chatear, esta imagem
Beijinhos e até logo
domingo, 22 de abril de 2012
Hoje foi dia de Viagem. O destino era Jaipur, com algumas paragens pelo caminho. Percurso feito em autocarro. Não são muitos quilómetros, apenas cerca de 200, mas que deu para o dia inteiro.
Primeira paragem: uma cidade abandonada, mandada construir por um imperador porque, segundo a sapiência do nosso guia, foi nesse local que a sua mulher (uma delas) esteve em retiro, para que um filho varão pudesse nascer. Como tal aconteceu, mandou construir ali aquela cidade. É lindíssima, diga-se. Na mesma arquitectura vermelha do Forte Vermelho, do qual falámos ontem. Vimos onde ele se sentava para as suas audiências públicas, onde deveriam discutir diversos assuntos… Imaginamos nós, que seria onde se sentaria hoje o nosso presidente a discutir com a Merkel o futuro do nosso país. Pensando bem, talvez até fosse eficaz.
Também se decidia ali a pena de morte de alguns criminosos. E perguntam os nossos amigos: “E como se matavam esses criminosos?” Pois, nós explicamos, os criminosos eram mandados para baixo dos elefantes que, por sua vez, eram antecipadamente e devidamente embriagados… Assim, de repente, alguém se lembra de quem gostaríamos ver debaixo da pata de um elefante???? Vá, nós sabemos, ninguém, porque somos todos pessoas de bem.
Também ainda nesse complexo existe uma cadeira onde se sentava o imperador, com uma espécie de jogo da macaca à volta. Pois essa era o seu jogo favorito. De entre as suas 700 concubinas, escolhia uma dúzia que, meio desnudas, saltavam de quadrado em quadrado… Não sabemos exactamente as regras do jogo, mas imagine-se que o imperador, um excelente jogador, acabava sempre por ganhar!
Continuámos viagem por mais meia hora. Era hora do almoço e a fome já se fazia sentir. Eis que somos presenteados com um magnífico almoço num antigo palácio de um Marajá, agora transformado em hotel, mas mantido como na época áurea do seu proprietário. Fantástico! O ambiente leva a nossa imaginação a uns anos atrás e damos connosco a imaginar como seria a vida dos Marajás… Os quadros ainda se mantêm na parede e por isso a imaginação ganha personagens. Foi um momento muito especial e deva-se referir que um almoço digno de um Marajá!
E mais uma vez, entrámos no nosso autocarro cor de laranja, para mais uma ou duas horas de viagem. Não sabemos bem, porque aproveitamos para dormitar um bocadinho. Há que aproveitar estes momentos para ir recuperando!
A paragem seguinte levou-nos à India profunda. Uma terra pequena nas montanhas. Uma temperatura muito mais amena. Somos transportados em carroças de camelos. Bem, na verdade não é bem uma carroça. Trata-se mais de uma plataforma de madeira, devidamente acondicionada com um colchãozinho para que os nossos traseiros se mantenham intactos, e à frente um camelo a puxar por ruas tão estreitas que entre a carroça e as casas não cabia quase nada, apenas muitas e muitas crianças de olhos brilhantes e sorrisos rasgados a acenar. As mulheres aqui nesta zona (Rajastão) utilizam cores muito vivas, os homens vestem-se de branco e usam turbantes brancos na cabeça, os locais de habitação são também muito coloridos. Todo este ambiente deu-nos a ideia do que é a India do campo. É óbvio que existe pobreza, para aquilo que são os nossos olhos de ocidentais. É evidente que as condições de higiene não são exactamente as mesmas que estamos habituados a ver quando passamos nas nossas aldeias de campo.
Mas se pararmos para pensar, dificilmente vimos os sorrisos abertos e os olhos tão expressivos noutros locais do mundo onde afinal a pobreza não existe. Isto para dizer que não nos sentimos chocados, nem incomodados. A cultura é diferente e é isso que temos de ter em conta.
Os camelos levaram-nos a um lodge onde foi servido um lanche, com frutas frescas, sumos, e iguarias locais. O Lodge parece saído do nada, com a montanha como paisagem, bungalows como quartos, uma horta biológica e lindos e cuidados jardins cheios de esquilos e pavões. Ponderámos ficar por lá, a fazer um tempo de meditação… que bom que seria… talvez noutra altura!
A saída do lodge já não foi feita de camelo, foi feita num transporte ao qual não conseguimos dar nome. Uma espécie de tractor caixa aberta. Todos na caixa aberta, excepto o nosso co-piloto oficial de outras andanças que se sentou à frente. O nosso condutor, talvez para abafar o som ensurdecedor do motor, decide por uma musiquinha aos gritos… sentimo-nos assim, como fazendo parte de um filme de Bollywood ! Só faltava a coreografia. O caminho foi feito pela mesma aldeia onde passámos anteriormente, com os mesmos sorriso e acenos.
A paragem seguinte já era o nosso destino – Jaipur e o Hotel Meridien. Aqui vamos ficar duas noites e conhecer a cidade. Há algum tempo livre para compras, o que começa a ser perigoso.
O Hotel fantástico, um gigantesco palácio, provavelmente, pertença de algum Marajá, cheio, mas memso cheio, de jardins, fontes, etc… Isto foi só o que deu para ver, porque aqui já é noite. Amanhã contaremos o resto.
sábado, 21 de abril de 2012
Comboio, Taj Mahal, Forte Vermelho e Jantar tradicional
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Delhi
Hoje foi dia de Delhi - Nova Delhi, Velha Delhi... tudo. Foi um dia em cheio!
À porta do Hotel, fizemos um amigo, chamamos-lhe Sandokan, vá-se lá perceber porquê.
Ao sair do Hotel, percebemos que o trânsito é para cima de caótico, mas mesmo muito para cima! Além de se conduzir pela esquerda (o que não interessa nada), ninguém respeita faixas, sinais, passadeiras, prioridades. Por outro lado, todos respeitam a buzina, e muito. Toda a gente conduz de mão colada na buzina.
A manhã foi dedicada à parte de Nova Delhi que foi a cidade projectada e construída, durante 20 anos, pelos ingleses. Azar dos azares, 16 anos depois de inaugarerem Nova Delhi foram obrigados a dar a independência à India.
A parte de Nova Delhi é muito bem desenhada, com avenidas largas, muitos jardins e onde vivem os indianos ricos e as pessoas influentes... nem por isso o trânsito é menos caótico.
Estes edificios de pessoas mais abastadas, convivem com comerciantes de rua e uma confusão de gente que se movimenta para todso os lados, com todos os tipos de veículo, sem que percebamos bem de onde vêm, para onde vão e o que estão a fazer.
Começámos por visitar um minarete muçulmano - QUTB - Que faz parte de um complexo de templos de culto islamico deixados cá pelos árabes. Uma sensação muito gira, pelo local que é lindo e pelo ambiente colorido. O nosso guia Raj explica tudo muito bem, no seu perfeito espanhol e nós lá vamos entendendo um bocadinho da história da India, quando não nos distraímos a tirar fotografias que nem uns doidos a tudo e a todos.
Imaginem que descobrimos a verdadeira fila Indiana. LOL
O destino seguinte foi um templo feito pelo mesmo arquitecto que desenho o Taj Mahal e, por isso, parecido com o próprio, mas mais pequeno. Vamos esperar pelo autentico para deixar aqui imagens. Não deixou, no entanto, de nos impressionar a sua beleza.
Depois fomos almoçar, um almoço muito agradável, sem grandes picantes, o que, para um de nós, acabou por ser uma optima surpresa.
Continuámos viagem com destino a um templo Sikh. Confessamos que este mexeu connosco. Este templo, local de culto, não permite que se entre de cabeça destapada, nem com os pés cobertos. Por isso, lá pusemos uns lencinhos cor-de-laranja na cabeça e descalçamos os pezinhos... meias e tudo! Esperamos não ter apanhado nenhum micose. LOL
Este templo recebe oferendas em dinheiro que transforma em comida para oferecer a qualquer pessoa, rico ou pobre, indiano ou não, de qualquer religião, que lá queira ir comer. Alimentam cerca de 20.000 pessoas por dia. Todos os dias. E sim, não nos enganámos nos zeros, são mesmo 20.000! Todas as pessoas que preparam as refeições são voluntárias. Esta é a verdadeira solidariedade.
Dentro do templo não é permitido tirar fotografias, mas podemos-vos dizer que é lindo, pela simplicidade e que lá dentro de tocava e cantava uma musica tranquilizante. A religião Sikh não tem imagens, por isso o templo é todo alcatifado e apenas tem o livro sagrado coberto por um pano, que vai sendo abanado (para afastar as moscas) por pessoas que se vão revezando.
Já cá fora e na cozinha as fotografias eram permitidas.
Cá fora existe um lago, de água sagrada... dizem... pelo sim, pelo não, pusemos lá os pés...
A ultima aventura do dia foi um passeio de riquexó de bicicleta, ou seja, um senhor que pedalou o nosso "leve" peso pelas ruas estreitas da Velha Delhi. Um verdadeiro mimo. Aqui sentimos outros cheiros, nem sempre bons, nem sempre maus, outras cores, outros ambientes e um cáos impossivel de descrever em palavras. FANTÁSTICO!!!
Acabámos o dia com um passeio a pé pelo parque (muito bonito, por sinal) que rodeia o memorial ao Mahatma Ghandi. Foi o local onde foi cremado e as suas cinzas foram atiradas ao Ganges. Ficou o memorial, um local pacifico, como certamente teria sido o seu desejo.
Agora vamos jantar e deitar cedo que amanhã o dia começa às 4:30 da matina com uma viagem de comboio até Agra.
Beijinhos a todos e até amanhã.
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